Jovens Brasileiros na COP10

Friday, December 17, 2004

Saiu na imprensa por ai....

Essa matéria está publicada no site da Radio Nederland Wereldomroep, da Holanda, falando sobre uma reunião que aconteceu na CoP-10 e que nós estavamos participando, na matéria, a jornalista Clívia Caracciolo inclusive citou a Peace Child International Brasil, organização que estavamos representando como uma das participantes que se comprometeram em não deixar a reunião acabar ali!!!! Segue a matéria!

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DOSSIÊ COP-10

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Reunião informal de países lusófonos na COP-10
por: Clivia Caracciolo, 15 de dezembro de 2004

Enquanto acirrados debates estavam ocorrendo ao fim da primeira fase da Conferência das Partes (COP-10), em Buenos Aires, as delegações de alguns países da Comunidade Lusófona se reuniram de maneira informal, na capital argentina.

AjudaO diálogo foi franco e aberto. Os países africanos com delegações na COP-10 - Angola, Guine Bissau e Moçambique - expressaram como estão, urgentemente, precisando do apoio técnico, científico e financeiro do Brasil e de Portugal. A ajuda é necessária para implementar as medidas práticas, com as quais os signatários do Tratado de Kyoto e da Convenção de Mudanças Climáticas da ONU estão comprometidos.

BarreiraAs delegações dos três países africanos apontaram a barreira da língua como uma das maiores dificuldades que estão enfrentando para se tornarem mais ativos no que diz respeito a estes dois acordos internacionais. O inglês é o idioma das reuniões oficiais, o idioma para a apresentação de projetos e documentos oficiais às Nações Unidas. Além disso uma gama enorme de material científico está disponível somente em inglês. Conseguir traduções para o português é uma missão demorada, segundo a representante moçambicana.

Respondendo a este apelo africano, algumas organizações não-governamentais brasileiras e portuguesas, presentes neste encontro informal colocaram à disposição seus conhecimentos científicos, recursos técnicos e campos de trabalho, estabelecendo, assim o embrião de uma rede de intercâmbio lusófona. As organizações civis presentes eram das mais diferentes esferas como a Ecoplan, Universidade Federal do Paraná, Fórum Brasileiro de ONG's e Movimentos Sociais, Movimento dos Atingidos pelas Barragens, Instituto Internacional de Educação do Brasil, Peace Child International, Quercus, Pau-Brasil e Ecológica.

Novidade: O chefe da delegação portuguesa e diretor do Gabinete para o Meio Ambiente, Nuno Lacasta, trouxe uma bom notícia à reunião e informou que em 2005 Portugal pretende realizar um seminário sobre questões ambientais e não só os governos dos países lusófonos serão convidados como também organizações não-governamentais de todos os países da Comunidade Lusófona.

Outra novidade que Portugal divulgou foi que, por ser o único país lusófono obrigado a restringir emissões dos gases causadores do efeito estufa (que causam o superaquecimento do planeta), Lisboa vai priorizar as ofertas de carbono disponíveis em mercados primeiro de países de língua portuguesa e segundo da comunidade ibero-americana. Portugal vai ainda, nesta COP-10, tentar reunir mais uma vez os países lusófonos.

Por estar participando das resoluções finais do G77, o chefe da delegação brasileira, Everton Vargas, não pôde comparecer a esta reunião informal lusófona. Ele já havia adiantado que estaria ausente, mas reiterou que uma das prioridades do governo do presidente Lula é o reforço dos laços com os países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, CPLP.

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1. Angola, Moçambique e Guine-Bissau já assinaram a Convenção Quadro da ONU sobre Mudanças Climáticas. Moçambique já ratificou o Acordo de Kyoto, Guine-Bissau deve fazê-lo até o final de dezembro e Angola vai começar o debate a respeito.

2. Entre 2005 e 2012 Portugal vai ter que desembolsar 60 milhões de dólares para a compra de créditos de carbono para alcançar as metas do Protocolo de Kyoto.

3. A União Européia juntamente com o Canadá, Suíça, Japão e Nova Zelândia abriram um crédito adicional para ajuda aos países em desenvolvimento. A parcela de Portugal será de 1,4 milhão de euros por ano. O governo português esta elegendo os projetos em que vai aplicar sua contribuição a este fundo.

4.Comunidade dos Países de Língua Portuguesa http://www.cplp.org/

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O link para a matéria no site da radio é:
http://www2.rnw.nl/rnw/pt/dossiers/cop10/at041215lusofonos_cop-10

E o e-mail da Clivia Caracciolo, jornalista brasileira que trabalha na rádio e foi uma das grandes responsáveis por esta reunião é:
clivia.caracciolo@rnw.nl

Mas não pensem que isso acabou aqui! O governo de portugual cumpriu o combinado, e uma segunda reunião aconteceu ainda na CoP-10... em breve mais informações!!!


Thursday, December 16, 2004

Pra dar subsídio à critica da juventude!

Jornalismo cego para as mudanças no clima

saiu no portal Comunique-se (www.comunique-se.com.br)

Carlos Tautz

Boa parte do futuro do planeta está sendo debatida agora mesmo, em Buenos Aires, durante a 10ª Conferência das Partes (COP 10) da Convenção do Clima, que se estende até o dia 17 (sexta-feira próxima).

Mas, como nenhum ambientalista se jogou (ainda) de cima de algum prédio, nem ninguém apareceu pelado para protestar contra alguma coisa, as cenas que tradicionalmente suscitam o interesse da imprensa de massa em eventos desse tipo ainda não foram produzidas e sequer avisá-lo estereotipada do problema ambiental foi veiculada amplamente.

Assim, como de hábito em questões que envolvem o ambiente, particularmente aquelas de âmbito internacional, a sociedade brasileira continua sendo insuficientemente informada pela imprensa dos debates que podem ser vitais para a sobrevivência da Terra na forma como a conhecemos agora . Mas, nem toda a imprensa age com tamanho descaso. O jornal Terramérica, um suplemento encartado periodicamente em alguns jornais brasileiros, produz diariamente um noticiário que pode ser acompanhado gratuitamente em www.envolverde.com.br.

Porém, os meios de informação que têm capacidade de influir na opinião pública não deram ao evento cobertura, em quantidade e em qualidade, condizente à sua importância. Mesmo as empresas que têm correspondentes na capital argentina ou enviaram repórteres para lá ainda não colocaram a sua capacidade criativa e seu poder de crítica social a serviço de um debate sério e aprofundado sobre formas de superar os problemas causados pelas mudanças do clima.

Se levarmos em conta que agora, em 16 de fevereiro, entrarão em vigor o Protocolo de Quioto, o principal instrumento concertado internacionalmente para tentar reverter os malefícios causados pelas mudanças do clima do mundo, temos aí­ outra razão substancial para dedicar mais atenção à COP 10. Para o Brasil, em particular, esse evento e o debate sobre a mudança no clima interessam porque grande parte da solução passa por uma nova matriz energética que impacte menos o clima do planeta. Esse é justamente um campo onde o Brasil tem todas as condições para se destacar o que, em tese, deveria aumentar ainda mais a atenção da imprensa para o assunto.

Neste Paí­s, temos as condições naturais e cientí­ficas que impulsionariam o desenvolvimento de paradigmas tecnológicos capazes de apontar alternativas à era da queima do combustí­vel fóssil. Mas, a imprensa, quando debate energia, não trata desse tema. Nas últimas décadas, a imprensa distraiu-se pela cobertura dos negócios financeiros do setor de energia e não aprofundou que o Brasil, um dos mais proeminentes nas discussões técnicas e polí­ticas em torno da Convenção do Clima, pode emergir desse processo como umgrande beneficiado pelo sistema de punição às nações que mais emitem gases causadores do Efeito Estufa e de premiação a quem, historicamente, pouco emitiu esses gases, caso do Brasil.

A imprensa também interessou-se apenas secundariamente pela capacidade brasileira (sem ní­vel de comparação em todo o planeta) de diversificara sua matriz energética utilizando fontes renováveis em que a indústria e a pesquisa científica aplicada, em ní­vel internacional, estão investindo rios de dinheiro. É o caso do aproveitamento de biomassa, da captação de raios solares(o Brasil é um dos cinco maiores receptores desses raios) e do aproveitamento do potencial eólico (os ventos no litoral nordestino são de muito melhor qualidade do que os da Europa, onde quase 10% da matriz energética são eólicos).Pouco se discute dois tipos de risco.

Primeiro o de não se aproveitar na totalidade os benefí­cios financeiros que o contexto do Protocolo deQuioto proporciona aos que emitem poucos gases causadores do Efeito Estufa. Esta discussão não é pública e se limita a poucos quadros altamente especializados do Ministério de Ciência e Tecnologia .

O segundo risco advém da falta de discussão do projeto energético nacional, que vai muito além da geração de eletricidade. É o perigo de aprofundamento da dependência tecnológica e econômica em relação à produção de aparatos tecnológicos que permitam ao Brasil usufruir desuas condições geográficas e climáticas.

Nossa imprensa é apenas observadora destes fatos e não se dedica a tornar-se agente deste debate como faz, por exemplo, na discussão sobre a abertura dos arquivos do Estado e sobre a corrupção no Paí­s. Fico imaginando que belas pautas poderiam ser desenvolvidas nos campos da economia, da ciência e tecnologia ou de meio ambiente. Ou no campo da justiça social, se por acaso questionássemos a razão pela qual existem ainda milhões de sem-luz no Brasil.

Para fazer essa cobertura diferenciada, perguntas difíceis de responder teriam de ser colocadas sobre a mesa. Por exemplo: quem vem sendo beneficiado pelo tipo de desenvolvimento que este Paí­s adotou?Por que não temos um desenvolvimento que torne a inclusão de dezenasde milhões de excluí­dos no eixo estruturador de um projeto de Brasil eleve em conta as especificidades do paí­s na geografia, população, clima, megadiversidades biológicas, culturais e sociais?

São perguntas difí­ceis, que a imprensa não faz questão de responder.

Wednesday, December 15, 2004

Declaracao Jovem!

Esta ai embaixo o esboco da Declaracao feita pelos jovens participantes, acabamos de traduzir e estamos disponibilizando em primeira mao!!!

Se alguem tiver alguma sugestao, vamos estar recebendo ate as 9hrs da manha!!! porque depois disso ela sera impressa para ser apresentada aos ministros e outras autoridades!

Vamos la galera, e uma otima maneira de participar ativamente da construcao de politicas publicas que reconhecam a juventude!!!!

Esperamos contribuicoes ou atraves dos comentarios, ou pelo e-mail pcibrasil@yahoo.com.br

Estamos a disposicao para sugestoes, duvidas e tudo mais!!!!

Voces tambem sao parte desta delegacao!!!

Sobre a Declaracao!

JOVENS PROTAGONISTAS, NãO ESPECTADORES

Declaração Jovem na 10ª Conferência das Partes da Convenção Marco das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas - UNFCCC
(Buenos Aires, Dezembro de 2004)

A participação dos jovens na Convenção Marco das Nações Unidas para Mudanças Climáticas (UNFCCC), como em muitos outros processos internacionais, nacionais e locais de tomadas de decisões, é escassa e desarticulada. Entretanto, as decisões que aqui são adotadas afetam significativamente nossas vidas, no presente e no futuro.

Sabemos que somos vistos como parte do problema e muito pouco como parte da solução, muitos reconhecem a importância do papel que cabe aos jovens no desenvolvimento sustentável. Sem dúvidas, nossa participação cobra especial relevância frente à necessidade urgente de dar continuidade a qualquer estratégia em longo prazo.

Nós jovens, diariamente levamos a frente iniciativas para o desenvolvimento sustentável que não somente ampliam nossas capacidades para enfrentar desafios ambientais, sociais e econômicos no futuro, como contribuem hoje para a melhora das nossas comunidades. Queremos ser valorizados como atores sociais, com capacidade para gerar soluções criativas e efetivas aos problemas que hoje são discutidos.

Devemos ter oportunidades para participar dos processos de tomada de decisões que limitam nossas opções e condicionam nosso futuro. As mudanças climáticas não poderão ser somente debatidas nas salas de conferência e mesas de negociacão. A sociedade civil deve apropriar-se desta tarefa, caso contrário não haverá nenhum lugar sobre a Terra que não seja possível sentir as reais consequências.

Necessitamos ultrapassar a distância entre as palavras e as ações. Necessitamos que as milhares de palavras escritas em convenções como estas atravessem as paredes do recinto e se convertam em um objetivo social, compartilhado, entendido e perseguido por todos nós.

É fundamental que estas paredes não sejam convertidas em barreiras que nos separem, como se não enfrentássemos um objetivo comum. Entendemos que a falta de diálogo entre as gerações serão extintas quando traçarmos pontes, e alguém começar a construí-las. Por isso, nós jovens unidos para a Iniciativa de Participação Juvenil na COP10 nos comprometemos a:

1) Continuar promovendo a educação, sensibilização do público, participação e acesso à informação, de acordo com o Artigo 6 da Convenção Marco das Nações Unidas para Mudanças Climáticas (UNFCCC) e o Programa de Trabalho de Nova Delhi. Dessa forma, a participar ativamente das Oficinas Regionais de Implementação do mencionado artigo.

2) A mobilizar as organizações sociais juvenis para criar uma Aliança Mundial dos Jovens para o Desenvolvimento Sustentável (GYASD), com o objetivo de promover e articular sua participação nos processos de tomada de decisões vinculados aos Acordos Multilaterais Ambientais.

Paralelamente, convidamos as Nações que eliminem as barreiras que mantiveram as visões e as vozes dos jovens praticamente ausentes durante os últimos dez anos. E nesse sentido propomos:

3) Para que os jovens cheguem a COP:

a) O reconhecimento de um grupo prioritário juvenil dentro da COP para que seja assegurada a participação jovem como já acontece com as organizações empresariais, indígenas e outras organizações ambientais.
b) A construção de um espaço permanente de trabalho – Escritório Jovem – durante as COPs, para aumentar a eficiência da nossa participação, facilitar o intercâmbio de informações e constituir-se como um ponto de referência e apoio para os jovens.
c) A criação de um fundo de ajuda que permita aos jovens de países em desenvolvimento participar de encontros de negociação internacional, superando um importante obstáculo para a participação juvenil.
d) A promoção ativa da inclusão de projetos e iniciativas juvenis para as Mudanças Climáticas, no Marco do Artigo 6 da Convenção Marco das Nações Unidas para Mudanças Climáticas (UNFCCC), através do Centro de Intercâmbio da Informação.
4 - Para que a COP chegue aos Jovens:
a) O desenvolvimento de uma seção juvenil, na página da Convenção Marco das Nações Unidas para Mudanças Climáticas (UNFCCC) na Internet, a ser criado com a contribuição da Aliança Mundial dos Jovens para o Desenvolvimento Sustentável (GYASD). Apesar de reconhecer as melhorias atuais feitas nesta pagina, elas ainda não satisfazem as necessidades de informação dos jovens.
b) O apoio permanente da Convenção Marco das Nações Unidas para Mudanças Climáticas (UNFCCC), para a realização do boletim "A COP a partir da Perspectiva Jovem", através da concessão de credenciais de imprensa para os jovens jornalistas da Aliança Mundial dos Jovens para o Desenvolvimento Sustentável (GYASD)

Estamos convencidos de que devemos adotar uma participação ativa nos temas que afetam nosso presente e futuro; sem dúvidas as mudanças climáticas são um deles. Temos responsabilidade com o problema, experiências que valem a pena serem reconhecidas e visões que em poucos anos determinarão o curso do mundo. Mais ainda, temos a capacidade e vontade já expressadas em incontáveis ações concretas que visavam alcançar o desenvolvimento sustentável desejado.

Entendemos que nossa participação aumentará nossas capacidades para enfrentar os desafios que as mudanças climáticas em particular, e o desenvolvimento sustentável em geral, impõem. Mas também faremos abordagens construtivas ao processo de negociação internacional, a implementação do Programa de Trabalho de Nova Delhi, e a consolidação da juventude como ator social relevante.

Nós jovens investimos tempo e esforços em nossas comunidades; trabalhamos nos tempos livres ou fazemos dos nossos hobbies um trabalho; nós aprendemos ao mesmo tempo em que educamos e sensibilizamos os outros; exigimos e negociamos; nos unimos, colaboramos e estabelecemos redes ainda quando pensamos diferentemente; alcançamos pessoas inalcansáveis e nos mantemos sempre ao alcance das pessoas; propomos idéias e as levamos para a prática. Estamos em ONGs, universidades, partidos politicos, grupos religiosos, organismos de governo, organizações internacionais e empresas em geral.

Em muitas ocasiões, nós jovens demandamos oportunidades para a participação. A verdade é que temos incontáveis espaços nos quais construímos diariamente nossas sociedades. É por isso que hoje não pedimos que não somente nos conceda um espaço, e sim que simplesmente nos reconheçam o que já temos.

Jovens da Iniciativa para a Participaçao Juvenil na COP10

Para entender melhor a CoP...

Ola galera,

Para variar sem acentos....

Bem, como a Mariana Rosa, de Sao Paulo, comentou perguntando quais seriam os proximos passos depois da Mesa Redonda.... estamos escrevendo para falar um pouco mais sobre a Proposta de Participacao dos Jovens na Decima Conferencia das Partes da Convencao Quadro das Nacoes Unidas sobre Mudancas Climaticas....

A participacao jovem no evento, esta se dando, entre outras atividades, atraves de uma acao articulada em cinco eixos complementares, sao eles:

- Mesa de Dialogo entre Jovens e Especialistas onde se analisara o papel da juventude no desenvolvimento no desenvolvimento sustentavel como um todo, e as mudancas climaticas em particular. (ja realizada e com sucesso!!!)

- Boletim "A CoP por uma perspectiva jovem!" um boletim de jovens para jovens, que esta sendo editado e distribuido durante a CoP pelos jovens participantes, è possivel encontrar os exemplares no link www.ecopibes.com/cop10/boletin por hora estao apenas em espanhol, mas estamos traduzindo... inclusive se alguem tiver interessado em ajudar com as traducoes, escreva para pcibrasil@yahoo.com.br!!!!!

- Declaracao e Proposta de Participacao, que implicara de um processo de consulta para conhecer a visao comum dos jovens sobre as mudancas climaticas, a declaracao esta sendo trabalhada nestes ultimos dias intensamente, hoje mesmo vamos colocar a declaracao disponìvel no blog para quem quiser fazer comentarios ou sugestoes, so que precisa ser rapido, porque a partir de amanha elas serao apresentadas aos ministros de todos os paises, e serao assinadas pelos paises que apoiam a iniciativa e se comprometem a trabalhar por ela! Ja contamos com o apoio da Sra. Waller-Hunter secretaria executiva da CoP, o que deixou muitos paises de boca aberda! (uma pena, porque mais uma vez percebemos que muitos paises tem discursos bonitos, mas quando cobrados na pratica, preferem nao se arriscar! Obrigado aos ministros que ja nos apoiaram...)

- Exposicao de Projetos Juvenis em Prol do Desenvolvimento Sustentavel, com objetivo de mostrar as coisas que estao sendo feitas por jovens, e principalmente evidenciar que nos jovens estamos fazendo, que buscamos resultados e que e fundamental reconhecer nosso trabalho!

- Estrategia de continuidade que tambem esta sendo trabalhada, a ideia e registrar a experiencia objetivando reaplica-la e melhora-la nas proximas conferencias das partes.

Bem, e mais ou menos isso, espero que tenha ajudado a entender um pouco mais sobre o que esta rolando na CoP...

Mas so para lembrar que nossa participacao nao se resume apenas a isso, nos estamos participando das plenarias, dos eventos paralelos, conhecendo ideias, projetos, pessoas, organizacoes e articulando muito em todos os corredores!

Bem, continuem comentando! È uma maneira muito mais efetiva de estar por dentro do que esta se passando na CoP!!!

Amanha chega a Marina Silva, ministra de Meio Ambiente, infelizmente nao somos prioridade para ela, e por isso ainda e incerto se teremos ou nao a chance de apresentar a declaracao jovem para ela, e conseguir seu apoio para nossa iniciativa, tudo vai depender da agenda dela, que o assessor internacional dela ja esta cuidando por aqui!

Todos estao contando com o apoio do governo brasileiro, ja que acabamos se tornando referencia na questao juvenil dentro da CoP, uma vez que nosso pais foi pioneiro em trazer na delegacao oficial tres jovens delegados!!! Ainda esperamos respostas, mas estamos confiantes! Hoje falamos com o Fernando Lirio, o assessor dela, que prometeu tentar marcar um horario para isso!
Agora e so torcer galera!!!

Tuesday, December 14, 2004

O que estão falando no Brasil!!!

Bem, pessoal... Eu, Helena, precisei retornar ao Brasil... e confesso que ter a chance de olhar a COP de dentro e de fora tem sido uma experiência interessante. Principalmente pra analisar o trabalho da mídia.

Nenhum ministro chegou ainda, mas os ministros Marina Silva (Meio Ambiente), Eduardo Campos (Ciência e Tecnologia) e Tarso Genro (Educação) devem chegar entre hoje e amanhã, para a fase final da COP, em que rolam as principais tomadas de decisão.

O noticiário aqui hoje fez menção à grande importância de alguns paises em desenvolvimento como Brasil, China e Índia no processo de emissão de CO2. É comum acharmos que só os paises desenvolvidos emitem grandes quantidades de gases de efeito estufa, por sua grande industrialização, mas a verdade é que também nos países que estão se desenvolvendo, tem ocorrido uma utilização muito grande de energia baseada na queima do carvão. A China, por exemplo é o país que tem a segunda maior contribuição de emissão, atrás apenas dos EUA. O Brasil está em sexto lugar. Isso devido ao desmatamento da Amazônia e a atividades de agricultura. O manejo do solo é uma das atividades que mais emitem CO2 para a atmosfera.

Outra entrevista, publicada pela Folha de Sao Paulo, no caderno ciência, com Rajendra Pachauri, líder do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (que nada mais é que um órgão da ONU, responsável pelas pesquisas científicas que fornecem os dados e estudos utilizados nas COPS), destacou que os países não podem alegar falta de informação para agir. Ou seja, para atuar em prol da causa das mudanças climáticas. Ele declarou que o IPCC (Intergovernment Panel of Climates Changes, IPCC em ingles) não se envolve em decisões políticas, somente fornecendo os dados. Mas afirmou que estes indicam a gravidade do problema, e ainda que os relatórios emitidos por eles demorem para sair, (o proximo será lançado em 2007), está claro que a situação demanda ações imediatas, pela urgência do problema.

Além disso, numa nota Publicada também pela Folha, traz um comentário da Joke Weller-Hunter, secretária-executiva do evento, que estava na mesa de Diálogos entre Jovens e Personalidades importantes da COP10, da qual participamos em Buenos Aires. O comentário é o seguinte: "Brasil e China são dois fortes pilares no nosso processo de mudanças climáticas"...

Meu destaque, nesse caso, vai para o erro da publicação, que diz " o secretário Joke Weller-Hunter"...

Oras, Weller-Hunter é uma mulher.

Estivemos com ela. Que aliás é uma senhora de fala forte, e muito respeito. (Apesar de ter dito na mesa que nós jovens somos o futuro)

Ora, essa... somos o presente... E não queremos ser vistos como jovenzinhos bonitinhos... queremos ser parceiros na construção de um mundo melhor, mais justo e sustentável!!

Monday, December 13, 2004

Mesa de Dialogo com Jovens e Especialistas

Sábado passado, dia 11 de Dezembro de 2004, aconteceu no salão do governo argentino, a mesa de Diálogo entre Jovens e Especialistas da CoP 10. Sem dúvida a principal atividade dos jovens durante o evento e uma das mais importantes de toda CoP, uma vez que foi uma das únicas atividades em que delegados e observadores puderam intervir, questionar, perguntar e cobrar posições e explicações dos membros da mesa.

A dinâmica das CoPs acaba por não facilitar esse tipo de participação. Nas sessões apenas o negociador representante de cada país pode falar, e mesmo nos eventos paralelos, onde os observadores (representantes de ONGs do mundo inteiro, e delegados oficiais que não representam o Brasi em nenhuma negociação) participam mais ativamente; é muito difícil conseguir a palavra.

Uma de nossas preocupações era justamente garantir que a presença dos jovens fosse reconhecida. Havia o medo de que todos os esforços realizados para garantir o espaço da nossa participação fosse em vão. Mas a prova do contrário foi, sem dúvidas, esta mesa de diálogo!

Cecilia Iglesias da Red Ambiental, e copordenadora da iniciativa, iniciou a mesa dando as saudações de boas vindas a todos, apresentando as organizações promotoras e explicando o objetivo da Mesa. Juliana Robledo da Fundación Cambio Democrático explicou como seria a dinâmica da mesa e facilitou todo o processo, com a colaboração de Tómas Levi.

O Brasil estava representado por 2 jovens, Helena Magalhães Gomes e João Felipe Scarpelini, que integraram a mesa com outras jovens liderancas da Argentina e Peru.

A sala estava lotada, e além de muitos jovens (muitos que só tiveram uma credencial especial para entrar somente neste evento!) havia muitos adultos delegados, observadores, jornalistas entre outros interessados. Por decisão dos participantes, a mesa foi transformada em uma roda de cadeiras para facilitar a interação e possibilitar que todos pudessem se ver! A princípio, haveria dois momentos, mas o evento superou as expectativas, e um terceiro momento aconteceu ao final.

Para começar, uma rodada de apresentação dos jovens que estavam na mesa! Logo de início já pudemos perceber que a coisa seria boa, havia representantes de diversos segmentos da juventude, como movimento estudantil, povos indigenas, ONGs, universidades, entre outras...

Na primeira parte, Juliana Abbiati da Fundación Hernandiana apresentou cada um dos especialistas presentes na mesa, que foram: Jonathan Pershing do World Resourches Institute, Bonizella Biagini do Global Environment Facility (GEF) e Kiliparti Ramakrishna do Woods Hole Research Center.


Como Jonathan foi o primeiro, tracou um rapido panorama sobre as mudanças
climáticas pelas perspectivas científica e política, que serviu de pontapé inicial para as perguntas. Ele levantou polêmica com sua posição um tanto pessimista ao dizer que não há muito a se fazer. E que enquanto os países continuarem pensando apenas em suas prioridades, continuaremos caminhando no mesmo caminho errado de sempre!

Logo em seguida falou Boni Biagini, que contou um pouco de sua experiência de ter começado seu trabalho em ONGs e todo o caminho até o Banco Mundial. Cremos, por certo que sua fala foi uma das mais empolgantes!

Ela ressaltou momentos que foram marcantes em sua vida, como na Cupula da Terra da Rio 92,quando estava começando a desacreditar que haveria solução para um mundo sustentável, e teve a certeza de que estava no caminho certo quando ouviu pela primeira vez na ECO92 que o tão buscado desenvolvimento deveria estar relacionado com o meio ambiente.

Também aproveitou para aconselhar todos os jovens ali presentes. Disse, por exemplo, que às vezes as COPs podiam ser difíceis de serem conpreendidas e até mesmo cumpridas, mas que mesmo assim, era nosso dever seguir participando das decisões ali tomadas. Alertou também que não podíamos nos entregar, teríamos que continuar firmes colocando nossas opinioes.

Depois foi a vez de Kiliparti Rama contar sua experiência, como uma das pessoas que participou da criação da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Ele foi contra a posição pessimista de Jonathan, e pediu que não deixássemos essas coisas nos desencorajarem!

Contou como é decepcionante ver muitas sessões, porque cada país defende apenas a sua própria agenda e não estão preocupados com a ajuda e colaboração internacional.
Respondeu uma das perguntas dizendo que nunca saberemos o real significado de estarmos trabalhando desde já! E disse que ver jovens dispostos a levar seus ideais adiante é algo que consegue dar novas energias e fazer com que continue trabalhando!

Todos responderam perguntas de todos os participantes. Boni por exemplo, como a representante do GEF - Fundo Mundial para o Meio Ambiente (uma divisão do Banco Mundial para tratar da área ambiental), explicou as oportunidades existentes para o finaciamento de projetos de organizações da sociedade civil e de juventude, especialmente atraves do Small Grant Program – um programa para financiamento de pequenos projetos. E quando perguntada pelo representante brasileiro a respeito da participação de juventude dentro do banco, contou para os participantes e observadores um pouco sobre a experiência realizada no Brasil por meio do Vozes Jovens que agora esta sendo um exemplo para o mundo!

As discussões pararam um pouco para um rápido coffee break, logo em seguida começou a segunda parte da mesa...

Então os especialistas foram Osvaldo Canziani do Painel Intergovernamental sobre as Mudancas Climaticas e o Sandy Gauntlett, representante indigena Maori da Global Forest Coalition.

Dr. Canziani, um respeitado cientista e pesquisador argentino começou a segunda sessão com um panorama sintético e claro sobre as mudanças climáticas, focado na questão política.

Sandy Gauntlett falou sobre a participação indígena na Convenção Quadro da Nações Unidas e respondeu a muitas perguntas. A grande maioria tinha como foco os povos originários (conceito utilizado para representar indigenas, aborigenes, enfim, povos que deram origem a outros povos).

O Brasil, mais uma vez chamou atenção, ao começar sua fala dizendo “Kia Ora”, um comprimento tradicional Maori, para introduzir a pergunta a respeito do preconceito sofrido pela juventude Maori pela questão da idade, somado à discriminação racial. Sandy mostrou-se contente, e confessou-se lisonjeado pelo gesto dos representantes Brasileiros, que mostraram conhecer um pouco de sua cultura.

Alguns representantes indígenas de comunidades locais que estavam como observadores pediram a palavra e emocionaram os participantes da sala com o depoimento a respeito da relação deles com a “mãe terra”, e explicando a divisão dentro das tribos, onde não se separam jovens, adultos, idosos, mas tem-se um povo único e coeso!

Algumas visitas nobres apareceram no evento. Dando abertura a um terceiro momento!

O primeiro a aparecer foi Atlio Savino, Secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Argentina, que integrou-se à mesa destacando a significativa importância da opinião dos jovens nos processos de médio e longo prazos. Mais um vez manifestou seu apoio à iniciativa juvenil, saudando os participantes com um breve resumo da posição argentina na CoP 10, focada na negociação de um processo paralelo e pós-Kyoto, e a adaptação às mudancas climáticas. (Lembrando que o Protocolo de Quioto entrará em vigor no dia 16 de fevereiro de 2005!!!).

Logo depois, chegou à mesa Ricardo Sánchez Rosa, diretor do Escritório Regional para a América Latina e Caribe do Programa das Naçoes Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA. Ele participou da mesa de diálogo apresentando algumas das iniciativas que tem sido desenvolvidas pelo PNUMA em parceria com os jovens, como o GEO Juvenil, que está comecando no Brasil! E mostrou-se muito feliz de ver que nós jovens havíamos realmente conquistado o espaço para uma participação significativa na CoP. Ele foi um dos caras que mais apoiou a participacao jovem na CoP!!!

Como se ainda fosse pouco, para a alegria e surpresa de todos, Joke Waller-Hunter Secretária da Convenção apareceu pessoalmente, acompanhada por Bárbara Black, responsável pelas relações com as ONGs. Conseguiram um espaço em suas agendas para participar da mesa.

A Sra. Waller-Hunter chegou dizendo que teria apenas 10 minutos, e acabou ficando por mais de uma hora!!! Ela demonstrou ser uma mulher acessível e franca. Se mostrou muito entusiasmada com a participação dos jovens na CoP, e nos contou sua visão a respeito do que está acontecendo em relação à participação de juventude dentro da convenção.

Mas como ela mesma disse, não estava lá para falar, mas para ouvir, e pediu que nós contássemos nossas iniciativas!

Juliana Abbiati (Fundación Hernandiana) explicou que estávamos realizando um boletim dos jovens para os jovens, com o objetivo de “levar a CoP para fora das salas da convenção”. Alertou ainda que a Convenção Quadro das Nações Unidas e as CoPs possuem uma linguagem muito complexa e que é necessário simplificar para que cheguem para a sociedade civil em geral.

Damián Profeta (Vientos del Sur) apresentou a Estratégia de Continuidade e ressaltou que queremos que esta seja uma base para as próximas participações juvenis nos processos de negociação internacional; razão pela qual é necessario transmitir a experiência e difundir os ensinamentos oferecidos.

Waller-Hunter se mostrou entusiasmada com a idéia, dizendo que dessa maneira estaríamos à frente de uma mudança muito importante para a Convenção, porque sempre há jovens pedindo espaços, mas até hoje, não houve nenhum que tenha se proposto a discutir um processo contínuo como estamos fazendo agora!

Marina Mansilla Hermann, da Peace Child Argentina, expôs sobre a iniciativa da Declaração e Proposta Jovem sobre as Mudanças Climáticas e reafirmou que estaremos trabalhando nos próximos dias para que esteja disponível, a partir de quarta-feira, para ser distribuída aos países participantes, onde vamos buscar apoios para nossa declaração!

Outros jovens fizeram ainda algumas perguntas para a Secretária e para o diretor do Escritório Regional para a América Latina e Caribe do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA que seguiram respondendo atenciosamente.

Antes de encerrar o encontro, Cecilia Iglesias (Red Ambiental) explicou a Sra. Waller-Hunter que um dos pontos da nossa Declaração seria a criação de uma comissão de trabalho juvenil permantente dentro da CoP para que, como ocorre nos grupos de oganizações empresariais, indígenas e outras ambientais, a participação dos jovens possa ser assegurada!

Ao término da mesa, uma foto para recordação!

...E foi muito engraçado ver a Sra. Waller-Hunter em pessoa, esbanjando simplicidade e simpatia enquanto ajoelhava-se no chão para participar da foto estilo time de futebol!!!

Sem dúvida o espaço foi conquistado com muito sucesso, depois disso, agora temos um contato mais próximo com a secrátaria executiva da CoP e também mais respeito por parte dos delegados e dos governos aqui participantes!

Sunday, December 12, 2004

Enfim, Novas Noticias!!!

* SEM ACENTOS *
Hola personas!!!! Como estan?

Estamos escrevendo mesmo para mandar atualizacoes e satisfacoes...

Esses dias tem sido de extrema correria e falta de tempo... tudo esta sendo melhor do que o esperado, e por isso mesmo, estamos tendo que correr ainda mais!

Temos novidades sim, muitas por sinal, mas infelizmente nosso dia tem so 24 horas e estao faltando algumas para conseguirmos manter isso aqui atualizado sempre! Deveriamos ate pedir desculpas, mas quem ja acompanhou um evento como este sabe como as atividades sao simultaneas. Muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo, pessoas, conversas, ideias, apresentacoes e momentos! Tudo isso misturado em uma coisa chamada CoP...

Nosso compromisso continua sendo do de captar e repassar para voces ai no Brasil tudo que estamos vivendo aqui!!! E como disse uma amiga por e-mail, nao vamos pedir desculpas e sim compreensao! Vamos continuar repassando tudo sempre que possivel! E quando voltarmos vamos estar a disposicao para repassar muito mais!

Hoje o dia foi meio parado na CoP porque nao houveram sessoes. Por isso, nos corredores da La Rural nao se encontrava quase nenhuma alma viva, e enquanto os delegados do mundo inteiro aproveitaram para se divertir conhecendo buenos aires, ou saindo com seus familiares, aproveitamos para estreitar nosso contato com os outros jovens que estao participando na CoP, foi muito bacana!!!

Ontem (sabado) ocorreu a mesa de dialogo dos Jovens com os Especialistas, principal atividade dos jovens por aqui, e uma das mais procuradas ate mesmo pelos adultos!!! Daqui a pouco vamos colocar o relato completo aqui com fotos e tudo!!!

Por agora e so isso!!!!

Nos falamos em breve!!!

E por favor COMENTEM!!! Queremos saber o que voces pensam sobre tudo isso!!!

Hasta Luego!!!!

Saturday, December 11, 2004

Não chegamos aqui sozinhos!!!

* COM POUCOS ACENTOS!!! *

Bem, este post tem o objetivo de agradecer ao apoio de todos os que fizeram esta delegaçao Jovem brasileira existir!!!

Em primeiro lugar, as dez organizações membro do Conselho de Juventude e Integraçao da Argentina, que se juntarao para criar a Proposta de Participação dos Jovens na Décima Conferencia da Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas.
Sao elas: Asociación Red Ambiental, Fundación Hernandiana, Asociación Vientos del Sur, Peace Child Argentina, Fundación Ecológica Universal, Asociación Alihuen, Escuela Nº1 Ing. Otto Krause, Red Internacional de Ecoclubes, Agenda Joven, Fundación Cambio Democrático.

Tambem ao Ministério de Relações Exteriores, Comercio Internacional y Culto da Argentina e a Secretaría de Ambiente y Desarrollo Sustentable, Ministerio de Salud y Ambiente da Argentina que apoiaram desde o início a iniciativa de participação juvenil dentro da CoP-10, e cuidaram de toda a parte burocrática e legal para garantir a participação dos jovens no evento.

Agradecer imensamente a Fundação Heinrich Böll, principalmente ao Thomas Fatheuer pela atenção, confiança e apoio! Graças a Fundação Böll, que desde o início acreditou na idéia e na delegação, foi possível chegar até Buenos Aires e incluir jovens brasileiros na Conferência das Partes, CoP-10! Muito obrigado por viabilizar a concretização deste projeto!!! (www.boell.org)

Ao Secretário Executivo do Ministério de Meio Ambiente, Claúdio Langone que comprou a causa e foi o responsável pelas articulações dentro do Ministério de Meio Ambiente e também de Educação.

Ao Ministério de Educação e de Meio Ambiente que apoiaram e reconheceram os jovens brasileiros como parte da delegação oficial, e graças a isso, fizeram do Brasil um exemplo por ser o único país que enviou delegados jovens na delegação oficial!

À Luena do Ministério de Educação e ao José Carlos do Ministério de Meio Ambiente, que estiveram sempre dispostos e atentos para ajudar em tudo que foi necessário!

Ao André Correia do Lago e ao Marco Túlio, do Ministério de Relações Exteriores, responsáveis pela Delegação Brasileira, que fizeram tudo o que foi preciso para reconhecer os tres delegados como parte da delegação oficial!

Ao Aurélio, que a todo instante esteve pronto para ajudar em simplesmente TUDO que foi preciso, sempre muito atencioso, um apoio fundamental!

À equipe da Peace Child International Brasil que trabalhou duro para fazer as coisas acontecerem no Brasil!

Ao Luã Gabriel, que criou este Blog para nós, e facilitou a comunicação com o Brasil!!!

À Mariana Rosa, amiga sempre disposta a ajudar e que colaborou bastante com as opiniões e comentarios, além de corrigir a Declaraçao (aqui não tem todos os acentos né!!!)

Agradecer Marina, Martin e Gabriela da Peace Child Argentina que foram os responsáveis pelos ajutes finais da participação de jovens brasileiros na CoP e uma assistencia enorme durante todo o evento.

Aos jovens da Fundación Hernandiana, que também não mediram esforços para ajudar em tudo que foi preciso durante a estadia dos jovens da delegaçao.

Aos jornalistas Clívia, da Rádio Holandesa, Maria Zulmira (Zuzu!) e Washington Novaes da TV Cultura, que nos deram boas dicas e mostraram um pouco de como se fazer boa comunicação.

E a todos que por falta de espaço não falamos, mas que sabem o quanto somos imensamente gratos pelo apoio, ajuda, carinho, atenção, enfim, por acreditarem em nosso trabalho e por ajudarem a fazer as coisas acontecerem!!!

Sem dúvida, somos imensamente gratos a todos que ajudaram este projeto sair do papel, e se tornar uma realidade!

O nosso muito obrigado mesmo, pelo apoio, pelo compromisso, pela responsabilidade social, pela confiança dedicada e pela atenção a todos os momentos!!!